Depois de passar por reformas estruturais em meados de 2012, reabre em 10 de janeiro uma das principais mostras permanentes do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), a Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea. Antes o espaço abrigava 180 trabalhos, agora serão 205 obras em exposição.
Na nova exposição foram incluídas obras, a maior parte doações, como 'Retrato de Yedda Schmidt', de Candido Portinari; telas de Willys de Castro, Décio Vieira, João Fahrion, Timóteo da Costa, Alex Flemming, gravuras de Maria Bonomi, Fayga Ostrower, e Gilvan Samico; e esculturas de Celso Antonio, entre vários outros.
Com 1.800 metros quadrados, divididos em dois andares, a galeria apresentará no primeiro andar o movimento da abstração na gravura, com destaque para obras de Fayga Ostrower, Anna Bella Geiger, Rossini Perez, Artur Piza, Dora Basílio, Edith Behring, Anna Letycia entre outros. No segundo andar artistas como Gilvan Samico, Maria Bonomi, Leonilson, Carlos Martins, Adir Botelho, Rubem Grilo, Claudio Mubarac, Fernando Vilela se reunirão a outros artistas representando a importância da gravura na produção artística brasileira das décadas de 1980.
Novas esculturas também serão apresentadas. O acervo conta agora com peças de Farnese de Andrade, Celso Antonio, Rubens Gerchman, Zelia Salgado, Abraham Palatnik e um bronze retratando Carlos Oswald, recém doado ao MNBA pela família do artista, de autoria de Paulo Mazzucchelli.
Situada no 3º Piso a Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea do MNBA abriga uma da raras mostras no Brasil onde se pode descortinar, num mesmo espaço, todo um percurso artístico que vai do inicio do século XX até o contemporâneo.
A partir de texto de Anna Ramalho, in Jornal do Brasil
Os grifos nos meus prediletos, são meus :0)

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